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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Como ficam as famílias Coutinho e Macedo com a entrada de Lobão Filho?

 Humberto Coutinho, Edison Lobão e Léo Coutinho
                                 Humberto Coutinho, Edison Lobão e Léo Coutinho
O empresário Dedé Macedo, pai do prefeito de Dom Pedro, Ernando Macêdo, e do pré-candidato a deputado estadual, Fábio Macêdo, além de eleitor e cabo eleitoral, tem atuado como principal financiador das campanhas do comunista Flávio Dino.

Dizem que é de propriedade dele o helicóptero com que Dino rasga os céus na busca dos diálogos pelo Maranhão. A família Macedo estava pronta para ajudar na candidatura de Lobão Filho para senador e a do comunista para governador, é claro.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, é amigo pessoal dos Macedo e sempre que pode interfere em favor deles. Daí o compromisso natural do patriarca Dedé com Lobão Filho, quando este era pré-candidato ao Senado. Na inauguração da sua Pink Elefante Macedo confirmou sua posição ao titular deste blog.

A família dos Coutinhos nunca negou a amizade pessoal que tem com a família Lobão. Tanto que o patriarca Humberto Coutinho sempre deixou claro que se o candidato a governador fosse o ministro, Flávio Dino daria adeus ao seu apoio.

Como Lobão Filho era candidato a senador, a família batalharia pra ele o apoio e votos na região dos Cocais, inclusive o prefeito Léo Coutinho, que é do PSB do pré-candidato ao Senado, Roberto Rocha.

E para estreitar mais ainda os laços da velha amizade, foi o ministro Edison Lobão quem tirou o médico responsável pela cirurgia de Humberto Coutinho de dentro do avião para atender seu apelo.

O médico estava embarcando para outro estado quando foi alcançado por Edison Lobão para se deslocar ao hospital em São Paulo onde Coutinho aguardava a cirurgia.

E, então, qual vai ser o posicionamento das duas famílias agora que o cenário mudou com a entrada de Lobão filho em cena? Perguntei a ele, durante entrevista na Rádio Capital, se era possível as duas famílias seguirem no apoio agora sendo pré-candidato a governador.

Com ar de político experimentado, Lobão Filho disse que respeitava a posição das duas famílias e que jamais iria deixar alguém constrangido por causa da eleição, mas previu que ao longo da campanha os dois, Coutinho e Macedo, acabarão optando pelo melhor.

Ao menos na resposta, o filho mostrou que está aprendendo com o pai.

Lobão Filho e Lula se reúnem nesta segunda em Brasília


brasiliaO senador Lobão Filho (PMDB), pré-candidato a governador do Maranhão, se reúne na manhã desta segunda-feira (14) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
De acordo com Lobão Filho, os assuntos serão de interesse do estado sem passar obrigatoriamente pelo processo eleitoral deste ano e pela discussão da manutenção da aliança do PMDB com o PT no Maranhão. O encontro acontece em Brasília.

O senador quer tratar com o ex-presidente da República sobre problemas do Maranhão e alternativas para inserir o estado no contexto nacional de avanços e desenvolvimento. “O assunto é o Maranhão em uma visão de inserção no país. Não tem nada a ver com eleições”, afirmou Lobão Filho.

Com informações de O Estado Do MA

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Gastão Vieira não desistiu de pré-candidatura


Assessores do ex-ministro do Turismo e deputado federal Gastão Vieira, garantem que ele continua como pré-candidato ao senado pelo grupo da situação.

Nesta quarta-feira (9) enquanto circulavam os boatos da desistência de Vieira, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Arnaldo Melo, estava reunido em Brasília com o pré-candidato a governador Lobão Filho.

Melo chegou em Brasília com o apoio de 23 deputados e hoje retorna ao Maranhão com o aval de 31 parlamentares estaduais.

O que não ajuda em Gastão Vieira é a sua eterna indecisão. Até hoje ele não diz com firmeza se permanece candidato.

Por Luis Cardoso

“A primeira coisa que farei se obtiver a vitória nas urnas será implodir Pedrinhas”, diz Edinho Lobão


A primeira prioridade do pré-candidato Edinho Lobão, caso seja eleito governador do Maranhão, será implodir Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís-MA.
Edinho pretende demolir todos os presídios dentro do Complexo de Pedrinhas e transferir os presos para unidades agrícolas, afastadas dos centros urbanos.
“A primeira coisa que farei se obtiver a vitória nas urnas será implodir Pedrinhas. Vou derrubar tudo e transferir os presos para unidades agrícolas afastadas dos centros urbanos, onde os detentos terão de trabalhar, se ocupar para pagar sua estadia na prisão. A cadeia não pode continuar sendo um depósito de seres humanos, como é no Maranhão e em vários estados brasileiros”, disse Edinho Lobão em entrevista ao Jornal Pequeno ontem (9).

No início deste ano, quando os senadores que integram a Comissão de Direitos Humanos do Senado vieram visitar o Complexo de Pedrinhas, Lobão Filho criticou a atuação da comissão e disse que “a prioridade deveria ser a preocupação com os direitos humanos das vítimas – como a menina Ana Clara, que morreu após incêndio de um ônibus na capital maranhense, e em seguida com os policiais – que são agredidos durante as ações criminosas dentro e fora do presídio, e só por último dos presos”.

Para Edinho Lobão, “é um equívoco priorizar direitos humanos de preso”.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Em que circunstâncias Lula voltaria?

Paulo Nogueira (DCM)

E então, Lula volta ou não?

É uma especulação que vai se fazer cada vez mais nos próximos dias, por conta dos resultados do último Datafolha.

Racionalmente, a resposta parece ser: volta se for preciso, e apenas neste caso.

Lula será necessário, para o PT, caso fique claro que Dilma pode perder as eleições de outubro.

É melhor para o PT encontrar uma saída honrosa para Dilma – na hipótese ainda remota de as coisas se complicarem – do que arriscar a perda da presidência e correr o risco de se transformar num novo PSDB, com muito passado e pouco futuro.

O problema, para o PT, não está nem em Aécio e nem em Eduardo Campos, dupla com escassas chances de entusiasmar os eleitores.

O risco, para a candidatura Dilma, chama-se Marina.

Ela apareceu no Datafolha, numa simulação, com 27% das intenções, o triplo de Campos.

Campos vai abrir espaço para Marina? Esta é outra questão que torna o debate eleitoral um jogo de xadrez.

Se Marina for a candidata, crescerão as chances de uma troca de Dilma por Lula, porque ela é o único nome na oposição realmente caro ao eleitorado.

Marina não se queimou – ao contrário do mundo político em geral – nos protestos de junho passado.

Isso é uma credencial poderosa para uma candidatura – desde que Campos saia do caminho.

Marina é vaga em seu programa e em seu projeto, mas quem não é entre os candidatos à presidência?

Veja os assuntos realmente relevantes: regulação da mídia, ou reforma tributária que cobre mais impostos dos ricos. Alguém fala nisso?

É curioso. Mas os debates sobre os 50 anos do golpe trouxeram à cena a plataforma que custou o cargo a João Goulart.

A agenda de Jango era muito mais moderna, límpida e rica do que a de qualquer candidato presidencial – e não apenas nestas eleições.

Jango queria uma sociedade menos desigual: planejava estender, por exemplo, o voto aos analfabetos, então uma larga parcela entre os brasileiros. Isso significava inclusão social.

Para fortalecer a economia nacional, queria limitar as remessas de lucros das empresas estrangeiras. Defendia, também, uma política externa independente, não servil aos Estados Unidos.

Isso para não falar na reforma agrária, hoje tão importante quanto antes.

Se algum partido ressuscitasse as propostas de Jango, os brasileiros estariam diante de um programa de governo formidável.


Mas não.

O que mais se vê é um blábláblá cheio de platitudes, fruto, provavelmente, do medo dos candidatos de desagradar as mesmas forças que levaram ao golpe contra Jango.

A falta de clareza de Marina, neste quadro, não pesa tanto contra ela quanto poderia pesar se os demais candidatos fossem mais claros e mais assertivos.

No xadrez da campanha de 2014, é possível que o PT e a oposição esperem agora para ver quem vai fazer o próximo movimento.

Se Marina substituir Campos — uma mudança óbvia, aliás – crescerão substancialmente as chances de Lula voltar mais cedo do que seus opositores gostariam.

Eleições 2014: Flávio Dino teme que escolha de Márcio Honaiser a vice cause problemas com o PSB

Weverton Rocha e Márcio Honaiser: crise no PDT pode causar sérios problemas à candidatura Flávio Dino. Foto: Blog do Diego Emir.
O clima é guerra no PDT por conta da escolha do candidato do partido a vice-governador na chapa de Flávio Dino (PCdoB).

Na noite desta segunda-feira (7), o grupo liderado pelo deputado federal Weverton Rocha tentou outorgar o nome do empresário do agronegócio, Márcio Honaiser, ao posto de companheiro de Dino na chapa majoritária ao Governo do Estado.

Segundo uma fonte pedetista, Rocha teria dito na reunião que recebeu uma ligação do próprio Flávio Dino onde o comunista cobrava com urgência o nome do partido porque a conjuntura política estava muito quente. Foi então que o “Maragato” apresentou uma ata já prontinha com o nome de Honaiser indicado a vice-governador.

PROTESTO

Ao perceberem a manobra, vários nomes de peso da direção estadual do PDT protestaram de forma contundente e depois abandonaram a reunião sem assinar a tal ata, que um dirigente chegou a chamar de “Decreto-Lei, e ainda por cima reafirmaram que os nomes de Deoclides Macedo (ex-prefeito de Barreirinhas); Sandro Torres (ex-prefeita de São Luis) e Rosângela Curado (ex-candidata a prefeita de Imperatriz) continuam no páreo pela vice-governadoria.

“Querem deixar a Região Tocantina de fora. Será se o candidato Flávio Dino vai concordar com isso? O nome de Balsas [Honaiser] não unifica o partido, sem falar que esta cidade já tem o candidato a senador, que é Roberto Rocha”, disse um pedetista graúdo ao Blog do Robert Lobato.

PROBLEMA PARA DINO

A mesma fonte pedetista garantiu ao Blog do Robert Lobato que Flávio Dino, em recente almoço com uma das alas do PDT, disse estar preocupado com a possibilidade de Márcio Honaiser ser o indicado, já que o nome do empresário teria forte resistência no PSB de Roberto Rocha.

Faz sentido, pois Honaiser é adversário político dos Rochas no município de Balsas. O prefeito da cidade, Luiz Rocha Filho (PSB), irmão de Roberto Rocha, teria chegado a ameaçar o apoio a Flávio Dino caso o nome de vice seja mesmo o do desafeto político.

A situação é grave no arraial pedetista.

A força da grife Lobão na política maranhense…

A jornalista Mônica Moreira Lima cunhou ontem, em seu programa na rádio Capital AM, uma expressão que pode se transformar em mais uma frase antológica da política maranhense. 
Ao ponderar a tentativa de seus colegas de bancada – e de alguns ouvintes – de desqualificar a candidatura do senador Lobão Filho (PMDB) ao Governo do Estado, a jornalista foi precisa. 

- Não se pode subestimar a força da candidatura. A grife Lobão é fortíssima em todo o estado -frisou Mônica. 


A partir daí, outros ouvintes passaram a também ligar para concordar com a apresentadora, que divide bancada com os jornalistas Ivison Lima e José Machado. 

Machado, inclusive, pôs entre os pontos favoráveis da candidatura de Lobão filho, exatamente o prestígio do pai, o ministro Edison Lobão. 

Ou seja, a força da “grife Lobão”. 

Uma prova de que a campanha, para o grupo Sarney, vive um novo momento, após uma série de idas e vindas. 

Lobão tem condições de atrair para o palanque não só os aliados do seu grupo político, mas muitos prefeitos e lideranças que hoje estão com o chefe comunista Flávio Dino. 

Mas esta é uma outra história…

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